Ossufo Momade escapa à assassinato orquestrado por um general da Renamo

Ossufo Momade escapa à assassinato orquestrado por um general da Renamo

O Presidente da Renamo, Ossufo Momade, revelou, hoje, que escapou a uma tentativa de assassinato orquestrada pelo general na reserva Tinosse Mackenzie, e o acusa de ser tribalista.

​“Eu nunca havia contado isso, mas vou contar hoje porque temos de acabar com toda essa falácia. Fomos ao congresso [em 2019], e todo o país esteve presente. Realizámos o congressos democraticamente. Cada candidato tinha os seus delegados de candidatura, e saímos vencedores. O Mackenzie e os seus amigos, inclusive um que diziam que eu o havia morto, naquele intervalo, após o anúncio dos resultados, fizeram documentos com a finalidade de invalidar os resultados. Não somente para isso, mas também para tirar a vida de Ossufo Momade”, revelou, falando no Podcast do Centro de Integridade Pública “CIP Cast”.

​Segundo Momade, Mackenzie e seu grupo de membros da Renamo não concordavam com a elevação de uma nova liderança. Ele diz ter provas dessa “acusação” de assassinato.

“Por que direi algo de que não tenho provas? E tenho testemunhas e foram elas que salvaram a minha pele”, continuou. “Havia plano sim. Eu tenho de dizer isso par dexarmos as coisas limpas”, frisou.

Adiante, o Presidente da Renamo disse que após saber do plano para o assassinar retrucou o acto com um abraço a Mackenzie, tendo garantindo inclusive condições de vida após adoecer.

Ossufo Momade referiu ainda que Tinosse Mackenzie é tribalista e está a servir a interesses de outros membros da Renamo. Na óptica, Tinosse Mackenzie está a ser instrumentalizado por outros membros das Renamo interessados em dividir o partido.

 

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