A soberania alimentar e a proteção dos produtores contra a volatilidade do mercado e as alterações climáticas estiveram no centro dos debates da 1ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Durante o evento, o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, destacou o papel estratégico do Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) como a principal ferramenta para assegurar preços de referência justos e actuar como comprador de último recurso da produção nacional.
Para dar resposta a este compromisso governamental, o Director-Geral do ICM, Luís Jobe Fazenda, assumiu destaque ao intervir como orador no Painel 3. Sob o lema “A Contribuição do ICM Para o Fortalecimento dos Sistemas Alimentares Face Às Mudanças Climáticas”, a apresentação colocou em evidência a urgência de implementar soluções logísticas modernas e redes de armazenamento de cereais mais eficazes.
O foco central recai sobre a criação de mecanismos capazes de mitigar os impactos dos choques ambientais na agricultura familiar e comercial, garantindo que o escoamento da produção não seja comprometido pela vulnerabilidade climática. A estratégia visa consolidar o papel institucional do ICM na estabilização dos mercados locais e no reforço da resiliência das cadeias de valor alimentar em todo o território nacional.
Imagem: DR


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