Há mais de um ano que mais de 200 membros da Polícia da República de Moçambique (PRM) patenteados para escalões de Oficiais na província de Inhambane não verificam o respectivo benefício financeiro e ameaçam recorre a greves para pressionar o Executivo a pagar os salários e outros abonos em conformidade.
O jornal Dossiers e Factos, que cita uma carta dos polícias enviada ao Presidente da República e ao Ministro do Interior, eles dizem “estar a passar por momentos de incerteza e desespero”.
Os lesados fazem parte do grupo de polícias patenteados a 02 de Maio de 2024, para sub-inspector, inspector e inspector principal. Eles exigem, igualmente os retroactivos desde a data da promoção. “… desde então continuamos a receber nosso magro salário”.
Os queixosos alegam que o problema afecta os formados em instituições privadas de ensino superior, quando os formados na Academia de Ciências Policiais (ACIPOL) “os vossos filhos” já tem as situações regularizadas.
Entre outros, os queixosos ameaçam juntar-se aos “irmãos chamados de vândalos”.
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