Um cidadão sul-africano de 30 anos, que desempenhava funções na Moçambique Wildlife Adventure — designada comercialmente por Coutada de Marangira, situada no distrito de Marrupa, província do Niassa —, recuperou recentemente a liberdade após ter sido mantido em cativeiro por um grupo armado.
O rapto ocorreu a 27 de setembro, na sequência de uma incursão perpetrada por elementos armados ativos a norte da 4ª Esquadra de Marangira, na Reserva Especial do Niassa. Para garantir a libertação do refém, foi efetuado o pagamento de um resgate fixado em 53.000 dólares americanos.
Segundo o CanalMoz, o Departamento de Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul (DIRCO) emitiu um comunicado a corroborar que a vítima foi solta a 3 de outubro, encontrando-se sem ferimentos aparentes. Até ao momento, as autoridades diplomáticas sul-africanas não esclareceram se participaram directamente nas negociações ou se o desfecho resultou de canais alternativos.
Em paralelo, as autoridades policiais prosseguem com as diligências operacionais para neutralizar a rede criminosa responsável por estas acções na região norte, incluindo a investigação em torno do sequestro de um vigilante moçambicano registado a 20 de agosto e os esforços para resgatar outros oito reféns que permanecem cativos, grupo que inclui um cidadão de nacionalidade portuguesa.
Imagem: DR



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