Novembro 2022 – Poupar, regra geral, é uma prática disciplinada que visa alcançar objectivos pessoais específicos. Mas quando se trata do meio corporativo, as empresas estabelecem múltiplos objectivos de curto, médio e longo prazos sendo, invariavelmente, o mais importante deles a capacidade de gerar e manter um fluxo de caixa saudável para satisfazer as suas necessidades operacionais mais imediatas e financiar os seus planos de crescimento a longo prazo.
Segundo Agnallo Nampunda, Director de Tesouraria do FNB Moçambique, esta é uma distinção crucial a manter presente pela classe empresarial, pois o modelo empresarial de gestão de tesouraria é, pela sua natureza intrínseca, muito diferente de hábitos de poupança individuais.
“As diferenças entre os vários tipos de negócios, tornam impossível adoptar regras predeterminadas e, ao mesmo tempo, flexíveis relativamente à gestão eficaz de liquidez. Contudo estes partilham um objectivo comum: o da rentabilidade do negócio”, explica Agnallo, “embora as empresas não poupem esforços para serem rentáveis, elas podem elevar o seu sucesso a patamares mais elevados através de uma gestäo eficiente de tesouraria/caixa, investindo as suas reservas de caixa ou excedentes em contas que rendam juros até que os fundos sejam necessários”.
Agnallo diz que alcançar este estado óptimo de gestão de tesouraria, exige que os gestores se mantenham em sintonia com as necessidades de tesouraria correntes e futuras dos seus negócios. Depois, é necessário que combinem eficazmente uma gama de soluções de poupança e de investimento que sirvam o fim a que se destinam para uma movimentação contínua e fluída de fundos. Este tipo de abordagem de gestão diversificada de tesouraria com recurso a várias soluções é, aliás, uma disciplina empresarial relativamente simples de colocar em prática e os benefícios que daí resultam para a sustentabilidade do negócio são valiosos.
Embora a forma de optimizar a liquidez possa diferir de negócio para negócio, Agnallo diz que os fundamentos são bastante universais, nomeadamente, separar a conta transaccional quotidiana da conta de investimentos ajuda empresas e particulares a optimizar os retornos e a gerir as necessidades de tesouraria de curto e longo prazos. “Muitos dos nossos Clientes empresários bem-sucedidos, subscreveram diversas soluções de gestão de liquidez em simultâneo, desde uma conta transaccional para operações diárias até uma money market, que é uma combinação de depósitos a prazo tendo em vista as despesas e os investimentos a longo prazo”.
“Considerando os juros significativos que os nossos Clientes auferem, é fácil perceber a razão pela qual muitos deles incluem contas poupança na sua abordagem diversificada de gestão de tesouraria e a disciplina financeira que desenvolvem dentro do negócio é muitas vezes ainda mais valiosa” explica.
Pelo simples facto de movimentarem uma conta separada para a gestão de liquidez e outra conta para as transacções diárias, as empresas podem ver reduzido o risco de se verem confrontadas com despesas futuras insustentáveis, como o pagamento de IVA ou salários, podendo dar-se o caso de não disporem de fundos suficientes para cobri-las”.
Agnallo esclarece que o FNB disponibiliza várias soluções acessíveis que permitem alcançar este nível de gestão optimizada de caixa, aos seus clientes empresariais. Todas as contas poupança empresa do FNB são instrumentos de poupança sem custos de abertura, o que significa que os nossos Clientes podem abrir as contas que precisarem para gerir eficazmente os seus fundos sem custos. Além disso, os nossos Clientes podem nomear as suas contas como preferirem, reservando assim claramente cada conta para o objectivo de optimização de tesouraria a longo ou curto prazo.
“Temos vindo a comprovar, de forma recorrente, os efeitos positivos que uma gestão diversificada de tesouraria bem estruturada traz aos nossos Clientes Empresa “, diz ele “trabalhamos incansavelmente para incutir um entendimento do valor que as pequenas e disciplinadas medidas de gestão de tesouraria tomadas hoje, podem significar para o crescimento a longo prazo e para a sustentabilidade futura do negócio “.
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