Nedbank apoia o lançamento da edição fac-similada do livro “Nós Matámos o Cão Tinhoso”,

Nedbank apoia o lançamento da edição fac-similada do livro “Nós Matámos o Cão Tinhoso”,

Aconteceu ontem no Business Lounge by Nedbank, o lançamento da edição fac-similada da primeira edição de “Nós matámos o cão tinhoso”, de Luís Bernardo Honwana, no âmbito da comemoração dos 80 anos de vida do autor, celebrados no passado dia 12 de Novembro.

O lançamento deste livro é um tributo de valor incomparável. Reuniu testemunhos de muitos dos que com ele se cruzaram durante os seus 80 anos de vida. O evento contou com a presença de Clientes da Vodacom e do Nedbank, escritores de renome, amigos e familiares do autor, que puderam prestigiar esta magnifica obra.

Pela importância do seu percurso para a sociedade, mas também para as gerações futuras, o Nedbank e a Vodacom associaram-se para apoiar o lançamento desta edição. Ambas as organizações têm como objectivo promover a cultura e a literatura moçambicana.

A obra “Nós matámos o cão tinhoso”, de Luís Bernardo Honwana, foi publicada originalmente, em 1964, constitui, hoje, um dos marcos fundadores e fundamentais da moderna narrativa de ficção moçambicana.

O livro Nós Matamos o cão Tinhoso, é composto por sete contos: “Nós Matamos o Cão Tinhoso”, “Inventário de Imóveis e Jacentes”, “Dina”, “A Velhota”, “Papa, Cobra e Eu”, “As Mãos dos Pretos” e “Nhinguitimo”.

Obra polêmica, publicada em Moçambique em 1964, foi criticada por aqueles que defendiam o colonialismo português, e aclamada pelos que defendiam a liberdade e a autonomia de Moçambique.

Honwana influenciou muito a geração pós-colonial de escritores de prosa mais jovens, tendo contribuído para o desenvolvimento do estilo de prosa literária moçambicana.

Manuel Gameiro, Presidente do Conselho de Administração do Nedbank Moçambique a propósito desta homenagem referiu que “homenagear no nosso Business Lounge um dos escritores mais consagrados de Moçambique é, para nós, um motivo de enorme orgulho.

As linhas que as suas mãos desempenharam são inacreditáveis. Parabéns e obrigada a todos os que contribuíram para esta homenagem a uma das maiores referências da cultura e literatura moçambicana.”

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