Moçambique terá mais dois armazéns intermédios de medicamentos

Já estão concluídas as obras de construção dos armazéns intermédios de medicamentos dos distritos de Ile e Mopeia, província da Zambézia, faltando apenas alguns acertos para que, em breve, entrem em funcionamento.

Com estes depósitos, que se vão juntar a outros três intermédios em funcionamento, sendo um em Vilankulo, província de Inhambane; outros em Mocuba, na Zambézia e e Chimoio, província de Manica, a Saúde espera melhorar ainda mais a gestão de medicamentos.

Dados do Ministério da Saúde (MISAU) citados pelo “Notícias” mostram que o nível de satisfação em termos de disponibilidade de fármacos e artigos médicos, para todas as unidades sanitárias do país, foi de 81 por cento, nos primeiros nove meses de 2021, contra 77 por cento em igual período do ano anterior.

A instalação de armazéns intermediários faz parte do Plano Estratégico de Logística Farmacêutica do MISAU que introduz reformas, entre as quais, a adopção do comando único e a redução do nível de armazenagem, pela substituição dos depósitos provinciais (11) e distritais (240) de medicamentos por 30 armazéns intermediários.

De acordo com a Saúde, com a instalação destes depósitos, reduziu de 30 a 35 dias para 10 a 15 dias o tempo que se levava para tirar os fármacos da Central de Medicamentos e Artigos Médicos para as unidades sanitárias.

Os novos depósitos estão equipados com tecnologia moderna para a operacionalização das actividades, o que está a incrementar significativamente a eficácia e eficiência na reposição atempada de stock, cobrindo o abastecimento para todas as unidades sanitárias.

Com a nova estrutura, busca-se eliminar todas as barreiras administrativas com a distribuição directa dos armazéns intermediários para as unidades sanitárias, optimizando assim os recursos financeiros, humanos e volume de medicamentos de forma a garantir maior eficiência na logística farmacêutica.

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