A polícia queniana suspeita de tráfico de órgãos humanos na morte de mais de cem pessoas pertencentes a uma seita religiosa no Quénia, dado que alguns dos corpos exumados estavam sem determinados órgãos.
Existe um “tráfico bem coordenado de órgãos humanos envolvendo vários actores”, avançou a Direcção de Investigação Criminal (DIC) do Quénia, que lidera as operações, citada pelo Notícias.
Algumas das vítimas, incluindo crianças, foram estranguladas, espancadas ou sufocadas, afirmou na semana passada o responsável das operações forenses, Johansen Oduor.
As autoridades quenianas estão a investigar a morte de mais de cem pessoas na floresta de Shakahola, à leste do país, devido promessa de presença no céu se a causa da morte por fome. As vítimas, induzidas por Paul Nthenge Mackenzie, um autoproclamado pastor da Igreja Internacional da Boa Nova, praticaram o jejum até à morte, conforme os resultados de autopsia realizada em 112 corpos.


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