Sul-africanos “recrutados” para conflito russo-ucraniano imploram por apoio do Governo para voltar ao país

Sul-africanos “recrutados” para conflito russo-ucraniano imploram por apoio do Governo para voltar ao país

Dezassete cidadãos sul-africanos, com idades entre 20 e 39 anos, estão presos no meio da guerra russo -ucraniana e imploram por ajuda para retornar a África do Sul, segundo a mídia local.

Eles são de KwaZulu-Natal, com um da província do Cabo Oriental, e alegam que foram atraídos com falsas promessas de bons empregos. Agora, estão presos na região de Donbas, uma das áreas mais afectadas pelo conflito entre Rússia e Ucrânia.

O Governo sul-africano já reagiu através do porta-voz da Presidência, Vincent Magwenya, que assegurou estarem em curso trabalhos por meio de canais diplomáticos para repatriar os cidadãos.

Magwenya afirmou que o Presidente Cyril Ramaphosa condenou “a exploração de jovens vulneráveis ​​por indivíduos que trabalham com entidades militares estrangeiras”.

O Governo já iniciou uma investigação para apurar como os homens foram recrutados e enviados para o que parece ser trabalho mercenário ilegal.

A legislação sul-africana proíbe os cidadãos de lutarem por exércitos estrangeiros ou de prestarem auxílio militar sem a aprovação do Governo, conforme a Lei de Assistência Militar Estrangeira de 1998.

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