O presidente da Coligação Aliança Democrática (CAD), Manecas Daniel, afirmou nesta quinta-feira (27), em imprensa, que foi forçado a deixar o País devido a perseguições e uma suposta tentativa de assassinato.
Segundo Daniel, foi acusado de envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado, o que o levou a buscar diálogo com o chefe de Estado para esclarecer que nunca teve intenção de participar de um golpe.
“Segundo informação dos bastidores dizem que estava escrito na lista dos que estavam a preparar o golpe de Estado. Nesta lista estava o Vitano Singano, Venâncio Mondlane, Albino Forquilha, Manecas Daniel e outros”, referiu o político.
Durante o pronunciamento, o líder da CAD disse que enfrentou perseguições e alegou ter sido alvo de uma tentativa de assassinato.
“O regime é, e continuará a ser uma organização criminosa que engendra cenários para incriminar inocentes, eliminando neste caso, os seus adversários políticos. Assim aconteceu comigo”, denunciou Manecas Daniel, citado numa publicação da TV Sucesso.
(Foto DR)
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