O Alto-Comissário da República de Moçambique no reino do e-Suatíni, Jorge Khalau, estará por trás da detenção ilegal do presidente da Associação dos Moçambicanos naquele reino, Dumisani Domingos Thomo.
A denúncia é avançada pelo Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDD) que diz tratar-se de um caso sobre disputa de poder.
A ideia, refere o CDD, é afastar Thomo do cargo e lá colocar alguém que seja subserviente às práticas adulatórias “a que os dirigentes moçambicanos estão habituados”, e o esquema envolve a Polícia Municipal. A ONG descreve Thomo como um cidadão vertical e frontal.
Conta o CDD que Dumisani Domingos Thomo foi detido acusado de realizar o funeral de três moçambicanos falecidos no e-Suatíni durante a noite. Ele, a sua comitiva e polícias suazis foram detidos pela Polícia Municipal. A comitiva e os suazis foram libertos, mas Thomo continua encarcerado. Foi presente ao tribunal, mas não houve julgamento porque, à última hora, a juíza recebeu uma mensagem e suspendeu o julgamento.
“A detenção de Dumisani Domingos Thomo é um expediente movido por Jorge Khalau para linchar a imagem da vítima como forma de legitimar o seu afastamento do cargo de presidente da Associação dos Moçambicanos no Reino de eSwatini”, escreve o CDD.
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