Mais países ao redor do mundo avaliam a possibilidade de legislar medidas para restringir, ou mesmo banir, em definitivo, o acesso a redes sociais por parte de menores de idade.
Esse impulso tem base na recente adopção de uma lei na Austrália que proíbe cidadãos menores de 16 anos de aceder a redes sociais. Isso levou a que gigante de tecnologia como o Facebook, o Instagram, a Threads, o YouTube, o TikTok, o Snapchat, o X, o Reddit, o Twitch e a Kick revissem os critérios de criação e de acesso de contas no país.
Em Novembro, o parlamento europeu pediu uma proibição semelhante das redes sociais para menores de 16 anos, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a afirmar que tem estudado as restrições australianas e como elas abordam o que descreveu como “algoritmos que se aproveitam das vulnerabilidades das crianças”.
Em Outubro, a Nova Zelândia anunciou que introduziria legislação semelhante à da Austrália. O Paquistão e a Índia pretendem reduzir a exposição das crianças a conteúdo prejudicial, introduzindo regras que exigem o consentimento dos pais e a verificação da idade. A Malásia anunciou que proibirá o acesso de crianças menores de 16 anos às redes sociais a partir de 2026. A França considera proibir uso de redes sociais para crianças menores de 15 anos e um toque de recolher das 22h às 8h para o uso dessas plataformas por jovens de 15 a 18 anos. E, na Espanha, a idade mínima para contas em redes sociais vai subir de 14 para 16 anos, a menos que os pais permitam.
Em Novembro, a Dinamarca anunciou que iria “proibir o acesso às redes sociais para menores de 15 anos”. No entanto, ao contrário da legislação australiana, os pais podem contornar as regras para permitir que jovens de 13 e 14 anos mantenham o acesso às plataformas. (Fonte: Science Alert)

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