O novo Procurador-Geral da República (PGR) da Guiné-Bissau, Amadu Tidjane Baldé, nomeado pelo regime militar que controla os poderes do Estado, anulou as eleições gerais realizadas no dia 23 de Novembro passado.
“Quando o procurador disse que não há possibilidade, estamos a dizer que a eleição realizada no dia 23 é nula. Não há outra forma”, afirmou.
Na perspectiva de Baldé, que se baseia nos pronunciamentos da Comissão Nacional de Eleições, não há condições devido à inexistência de material, que teriam sido extraviados.
A declaração foi transmitida após uma reunião com o Secretário-Executivo da Comissão Nacional de Eleições, Idrissa Djaló, na sede da CNE, num momento em que o país continua mergulhado num ambiente de incerteza institucional.
O magistrado afirma que a CNE “não tem das atas regionais, das atas das assembleias de voto nem do suporte informático”, acrescentando que os servidores do sistema eleitoral terão sido danificados.
“Não vejo outra forma de a CNE apresentar dados fiáveis ao povo guineense” disse. (Fontes: DW, e-Global)

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