Em resposta dos ataques dos EUA e Israel, o Irão lançou vários mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e países vizinhos, como Arábia Saudita, Bahrein, Qatar, Jordânia, Kuwait, e Emirados Árabes Unidos.
O Governo português diz estar a acompanhar com “grande preocupação” tudo o que está a acontecer, estando também em coordenação com os parceiros europeus, os parceiros da região e os aliados da NATO.
“Sob a coordenação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a nossa rede diplomática, em particular através das embaixadas na região, está plenamente mobilizada para a proteção dos nossos cidadãos, a quem apelamos que mantenham a máxima cautela”, indica uma nota citada pela CNN Portugal.
Na referida nota, o governo português diz ainda que a proteção dos civis é essencial e deve ser plenamente assegurada”.
O Governo pede também “máxima contenção” a todas as partes, no sentido de evitar uma escalada e preservar a paz e segurança internacionais.
Mostrou-se contra a continuidade do programa nuclear do Irão, que é há muito uma preocupação da comunidade internacional, defendendo que este deve cessar.
“Insistimos também, como sempre fizemos, na necessidade de o Irão respeitar os direitos humanos do seu povo, que têm sido violados de forma inadmissível”, acrescenta a nota.
Portugal condena ainda aquilo que diz serem “injustificáveis ataques do Irão aos países vizinhos da região – entre eles, a Arábia Saudita, o Catar, os Emiratos Árabes Unidos, o Kuwait e a Jordânia -, que devem cessar imediatamente”.

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