Ilimitados, sim ou não? Geração 18 de Março volta a “atacar” as operadoras com uma questão fundamental

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Ilimitados, sim ou não? Geração 18 de Março volta a “atacar” as operadoras com uma questão fundamental

Ilimitados, sim ou não? Geração 18 de Março volta a “atacar” as operadoras com uma questão fundamental

A Geração 18 de Março, que liderou a marcha contra as novas tarifas de telefonia impostas pelo Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM), submeteu um pedido de esclarecimento às operadoras nacionais sobre a efectivação da suspensão das tarifas.

O Governo recomendou ao regulador das comunicações a suspensão das tarifas. O INCM anunciou a suspensão e disse estar a trabalhar com as operadoras. Já lá vão duas semanas e as tarifas sufocantes continuam a vigorar. Esta semana o Executivo disse que o INCM está a trabalhar com ​as operador​as para a efectivação da suspensão.

Na terça-feira, a Geração 18 de Março submeteu uma carta às operadoras com a questão fundamental deste imbróglio. É a questão cuja resposta mantém ansiosos os moçambicanos prejudicados pelos actuais preços de chamadas, sms e dados.

Qual será a data em que as tarifas de comunicação móvel voltarão aos valores anteriores à resolução suspensa pelo INCM?

Entretanto, pretende-se, igualmente, saber se haverá alguma compensação para quem esteja a ser prejudicado pelas tarifas em vigor.

Novas manifestações

O activista Wilker Dias explicou ao MZNews que o INCM pode estar a perpetuar uma situação de ilegalidade porquanto não anunciou o dia em que, de facto, as tarifas seriam as anteriores. Mas também as operadoras poderão estar a contribuir para a prevalência das tarifas.

Ele revelou que os pedidos de esclarecimentos enviados às operadoras devem ser respondidos no prazo de sete dias, sob pena de se convocar manifestações.

“Na verdade, nós já estamos a preparar as marchas. Se as operadoras não responderem dentro desse prazo vamos voltar a marchar. Creio que dentro de dois dias já poderemos estar a marchar. E, desta vez, vamos implementar novas formas de reivindicações”, disse, referindo-se às vias judiciais.

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