O Banco Africano de Desenvolvimenton (BAD), o Green Growth Knowledge Partnership e o World Wide Fund for Nature (WWF), organizaram um diálogo para revalidar o compromisso de Moçambique de integrar seu capital natural para estimular a transição para uma economia verde.
O diálogo nacional intitulado “Conferência de Economia Verde da África”: Caminhos Inovadores para um Futuro Positivo da Natureza a partir da Política, Negócios e Finanças”, teve lugar em 29 de Junho sob a iniciativa da Natural Capital for African Development Finance e o programa Economia para a Natureza.
O diálogo reuniu representantes do governo de setores-chave, parceiros de desenvolvimento e sociedade civil para debater formas de colocar a “Natureza” no centro do desenvolvimento económico.
Em observações durante a sessão plenária de abertura, Fernando Bemane de Sousa, Vice-Ministro de Terra e Meio Ambiente, apelou para o aumento do investimento público e privado para fortalecer a capacidade técnica e financeira das instituições nacionais e promover a inclusão da contabilidade do capital natural nos sistemas de contas nacionais para melhor transparência, planejamento e produção de dados.
Em Moçambique, a avaliação do capital natural se concentra no Corredor de Desenvolvimento Integrado Pemba-Lichinga, que o Governo tem visado para desenvolver uma zona especial de processamento agroindustrial, com o apoio do BAD.
“Os desafios que a humanidade enfrenta hoje exigem esforços concertados e integrados para encontrar soluções responsáveis e sustentáveis que beneficiem as pessoas e o planeta sem sacrificar as legítimas aspirações de desenvolvimento de países como Moçambique”, disse o representante do BAD em Moçambique, Cesar Mba Abogo.
Moçambique, ao lado da Tanzânia, foi selecionado como um país piloto, para aplicar uma abordagem de capital natural nos processos de investimento.

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